10/12/11

Capitulo 39 - Não desistiu – Fanfiction – “O diário de Patty”

Mesmo sabendo que o mais provável era ele não vir, sentia-me um pouco desiludida com ele. Fechei os olhos para esquecer o assunto, mas mesmo assim conseguia deixar de pensar no mesmo ou adormecer.
Senti uma aragem  fria a vir da janela, parecia que tinha se aberto, assim que me levantei, fui puxada para traz, por um abraço profundo, aquela presença reconhecia-a bem, era o Oliver, voltei-me para ele que me olhava com um sorriso um pouco maléfico
Oliver:_ Desculpa pela demora, mas estive á espera que a minha mãe adormecesse para ter a certeza que ela não dava fé de eu sair de casa.
_ Pensei que não vinhas
Oliver:_ Já devias saber que eu não desisto tão facilmente
_ Tens razão, mas o melhor é despachares-te não quero que os meus pais descubram
Oliver:_ Se não fizermos barulho eles não vão dar por nada
Ele tinha razão mesmo que eu não lha quisesse dar, por isso apenas acenei com a cabeça a dizer que sim,  ele olhava fixamente para mim tocando com a sua mão no meu rosto, aproximando-se lentamente de mim, beijando-me longamente, de novo olhou para mim, como se fosse a primeira vez, envolvei os eus braços á volta do meu pescoço, levando-me naquele abraço até á cama, senti o seu corpo sobre o meu, beijava-me, ao mesmo tempo que desapertava os botões do meu pijama, a sua respiração ofegante embatei no meu rosto, que o olhava, com um olhar um pouco reprovador, mas aqueles olhos que brilhavam no escuro faziam-me esquecer de tudo o que me rodeava, como se a minha alma fosse afetada  por alguma coisa fazendo me esquecer de tudo, apenas deixando-me com aquele desejo que ele me transmitia, de novo o olhei, parecia ter sido chamado á realidade que eu tinha acabado de adormecer dentro de mim, abracei-o, puxando a sua camisola para cima, de modo a que ele a acabasse de retirar, apesar de estar um pouco escuro visualizava, o seu bom porte atlético, acabou por se levantar, puxando pela minha mão, ao levantar-me começou a despir-me, algo que era um pouco constrangedor para mim, depois voltou-se para mim, olhando-me de cima a baixo.
Oliver:_ Quero ficar com esta visão de ti na minha memória para sempre, tão bela e tão pura, incapaz de não te tocar.
Puxei a sua mão pousando-a sobre o meu peito, olhou-me um pouco corado, tentando disfarçar com um sorriso, já não havia intimidade alguma a esconder perante ele, já que estava ali completamente nua em frente a ele, talvez um pouco que eu quis destruir ao de sabotar as suas calças, queria que ele estivesse igual a mim, e foi o que aconteceu, parecia um pouco inseguro, tal como eu, mas foi ele que provocou a situação.
Abracei-o beijando, as suas mão percorriam a minha cintura, de novo me deitou sobre a cama encostando o  seu corpo fortemente contra o meu, sentindo o seu calor bem próximo a mim, a sua respiração mantinha-se irregular, tal como a mim, que tentava acalmar-se ao fim de cada beijo.
Acordei de manha, com ele deitado sobre o meu peito, comecei a passar levemente a minha mão sobre o seu sedoso cabelo
Ele surrou
Oliver:_ Quando formos para o Brasil quero que todas as noites sejam como a de ontem, e que todas as manhãs acorde como hoje
_ Oliver………. Tu estás acordado?
Oliver:_ Sim, deixei-me estar, a sentir o teu aroma, o teu calmo batimento cardíaco, a tua pele, junto á minha
_ Eu também gosto de estar assim contigo, por mim ficava assim o dia inteiro
Oliver:_ Mas o melhor é eu ir andando, antes que os teus pais descubram
Acabando de dizer isso sentou-se na cama vestido a roupa, fiquei apenas olhando-o com um leve sorriso nos lábios. Ao terminar de se vestir, deu-me um leve beijo no rosto.
Oliver:_ Esta noite posso voltar?
Num impulso respondi que sim, depois veio-me á consciência que isso era errado, mas não quis voltar com a minha decisão atrás
Oliver:_ que bom poderei relembrar de novo as bons momentos contigo, mas agora tenho de ir, adore-te
Saindo pela janela silenciosamente deixando-o de ver

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